Jaqueline a anti-política que se lambuzou na política volta a ser pré-candidata

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A ex-prefeita de Sorocaba Jaqueline Coutinho (MDB), já se colocou como uma pessoa aversa a política e ainda completou em uma entrevista a TV TEM que ela não seria candidata e que não era política e que não disputaria uma eleição.

Mesmo assim.

Saiu candidata na eleição de 2018, como Deputada Estadual, alcançou 30.372 votos, passou por 5 partidos políticos, candidatou-se a Prefeitura de Sorocaba em 2020, perdendo a eleição para Rodrigo Manga (Republicanos) no segundo turno.

Quando deixou a Prefeitura de Sorocaba em 2020, recebeu um cargo do Deputado Federal Júnior Bozella (PSL), ganhando um salário de R$ 7.325,88 dos cofres públicos, para atuar como Secretária Parlamentar.

Como pré-candidata Jaqueline Coutinho, tem em suas falas bastante incisivas contra o Presidente da Republica Jair Bolsonaro (PP), também é contra o porte e posse de armas por cidadãos de bem.

Jaqueline também esteve durante sua gestão cercada de confusão, até nos dias atuais, onde encontra-se como investigada em uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), que investiga a compra de livros com conteúdo pornográfico para crianças.

Também é ré em duas ações no Ministério Público, uma na esfera criminal, que os promotores compreenderam que Jaqueline, usou um funcionário público como “marido de aluguel”, que inclusive chegou a ser multado dirigindo o carro oficial da prefeita, em um período que deveria estar trabalhando na autarquia do SAAE. O outro processo ocorre na vara da administração publica, que compreende que Jaqueline onerou indevidamente o município com o funcionário público afim de prestar serviços a sua família.

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